SOS Conselho Tutelar

Conselhos tutelares vivem situação caótica, apontam especialistas; senadores sugerem reestruturação e mais recursos
Segundo matéria publicada no site do Senado Federal em março de 2010, os conselhos tutelares enfrentam o caos. Em alguns municípios sequer há um local para o seu funcionamento. Em outras unidades falta estrutura para trabalhar, incluindo até telefones.
Os conselhos tutelares vivem um quadro caótico, disseram os especialistas que debateram a situação desses orgãos na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Presidente da comissão, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) defendeu o fortalecimento e a reestruturação dos conselhos espalhados por todo país. Esta seria uma forma de dar maior proteção, garantia e cidadania às crianças e aos adolescentes, especialmente aqueles que são vítimas de violência. Sabemos que os conselhos tutelares poderão melhor atender crianças e adolescentes após a aprovação de uma lei que reconheça a função do conselheiro - Afirma a então presidente da ACTMRJ.
Diversos problemas acontecem e ocorrem em relação ao Conselhos Tutelares de todo Brasil e isso não é de hoje. Onde estão as autoridades que dizem que a criança e o adolescente é prioridade?

Precisamos urgente de uma intervenção Federal neste caso. Estamos num ano eleitoral, não queremos promessas de campanha, queremos providencia do Poder Legislativo Federal e Estadual, assim como do Poder Executivo Municipal, pois nossos vereadores conhecem ou deveriam de conhecer a situação de nossos Conselhos e já tiveram tempo suficiente para fazerem alguma coisa, né?

Nossos Conselhos Tutelares pedem SOCORRO!

Vamos usar esse espaço para relatar a situação de nossos Conselhos, tornar cada vez mais público esse caos que corre por nossos municípios, diga onde você atua e as dificuldades encontradas. Juntos podemos contribuir para melhores condições nessa missão que é defender os direitos da criança e do adolescente.

21 anos do ECA

Faça o download, imprima e divulgue!
Neste dia 13 de julho de 2011 o Estatuto da Criança e do Adolescente completa 21 anos. Desde o seu nascimento, o código tem sido responsável por inestimáveis avanços nas políticas públicas de atenção à população infanto-juvenil no nosso País. Por isso, tornou-se um instrumento fundamental para qualquer governo que queira realizar um trabalho sério neste campo.

Por certo, muito já foi feito, mas o nosso cotidiano mostra que ainda há muito por fazer quando tratamos do atendimento à juventude. Quando falamos de crianças e adolescentes, devemos olhar sempre para o futuro, pois esta geração estará no comando das nossas vidas num curto espaço de tempo. É, portanto, prioritário o cuidado do Estado com estas pessoas.

Para alguns disseminadores da crítica pela crítica, a mudança de nomenclatura de Secretaria de Estado da Criança e da Juventude para Secretaria de Estado da Família e do Desenvolvimento Social seria uma prova do abandono, pelo atual governo estadual, dos preceitos do Estatuto da Criança e do Adolescente. Pior do que isto, do desinteresse da política pública à infância e à adolescência. Nada mais fantasioso.

O que se quer é ampliar a defesa dos direitos da família como instrumento de promoção social. Isso beneficiará diretamente não só crianças e adolescentes, mas a seus pais e outros agentes de desenvolvimento social. Este é o fato.

Tenho dito sempre que a base da sociedade é a família. E uma sociedade próspera precisa cuidar bem das famílias que a formam, respeitando seus deveres e seus direitos, sem nunca minimizar o papel do Estado na proteção à criança e ao adolescente.

A Secretaria da Família e Desenvolvimento Social foi criada para abrir o leque de serviços públicos de atenção aos cidadãos. Nossa meta é integrar ações das diversas áreas de governo de forma a promover o desenvolvimento dos indivíduos que o compõe a família.

O que nos move nesta tarefa é o desejo de criar bem-estar para as pessoas. O que nos inspira é a vontade de fazer bem feito, sempre seguindo diretrizes como os da Constituição de 1988, do Estatuto da Criança e do Adolescente, as normativas internacionais e nacionais e os compromissos assumidos no plano de trabalho do nosso governo.

Esta é uma das formas com as quais poderemos evitar que nossos filhos acabem vítimas da fome, do abandono, da exploração sexual, do trabalho escravo, da falta de acesso à escola, da violência e do crime.
No ano em que o Estatuto da Criança e do Adolescente chega à maioridade, reforço que o nosso compromisso é fazer com que ele seja efetivamente cumprido e que possamos criar um ambiente favorável de apoio e proteção aos brasileiros que serão responsáveis pelo Brasil nos próximos anos.

Música na Educação Infantil

O Projeto Amigos do ECA leva a crianças e adolescentes como forma de cultura, educação, convívio com a sociedade, respeito e dignidade apresentações musicais ao vivo, utilizando à música educativa e do dia-a-dia escolar, assim proporcionando-as integração, diversão e crescimento de conhecimento, contribuindo para o Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente.




Atualmente existem diversas definições para a música, porém de um modo geral ela é considerada ciência e arte. Gaiza (1988, p.22), ressalta que: “A música e o som, enquanto energia estimula o movimento interno e externo no homem, impulsionando-o a ação e promovem nele uma multiplicidade de condutas de diferentes qualidades e grau”.

“Pontuar música na educação é defender a necessidade de sua prática em nossas escolas, é auxiliar o educando a concretizar sentimentos em formas expressivas; é auxiliá-lo a interpretar sua posição no mundo; é possibilitar-lhe a compreensão de suas vivências, é conferir sentido e significado à sua nova condição de indivíduo e cidadão.” Zampronha (2002, pg120)

Do ponto de vista da psicologia, a música é uma forma de comportamento humano, em suas relações com o meio físico e social. Ao colocar na sala de aula, uma música mais agitada, é comum vê os alunos dançando, sorrindo mais, pulando, falando, gesticulando. O oposto é notado quando se coloca uma música mais lenta, ou instrumental conforme comenta Bréscia (2003).

Apresentar a importância da música para o desenvolvimento da sabedoria e do convívio social dos alunos de educação infantil e o poder que ela tem de contribuir para a aprendizagem, se faz cada vez mais necessária levando-se em conta que esse tipo de atividade está cada dia mais presente na vida escolar e na necessidade de se ter sua aplicação de forma correta e prazerosa.

Saber aliar a prática educativa e a música é fazer da escola um lugar alegre e receptivo. A música na Educação Infantil além de ser facilitadora do processo ensino-aprendizagem, pode também ampliar o conhecimento musical do aluno, afinal a música é um bem cultural e seu conhecimento e uso não deve ser privilégio de poucos.

Por Dentro da Cidade

A Associação Acreditar em apoio ao Grupo Articulador Local Fênix participou da reunião do ciclo de debates sobre a violência e suas manifestações, na Vila Olímpica Ary de Carvalho, na Vila Kennedy, quarta-feira, dia 29 com o Projeto Amigos do ECA. O evento reuniu, além de profissionais da área da saúde, educação e assistência, os integrantes do movimento “A Vila Pede Paz”.

A reunião propunha, além de discutir os problemas de violência que vem acontecendo na comunidade, também informar mais à população sobre os tipos de violências existentes e o que é possível fazer para combatê-las. 

O encontro teve apresentações específicas sobre “o que é violência?”, “violência contra a pessoa idosa” e “violência contra a criança”, onde neste último, O Beto participou como mediador e palestrante, onde propôs uma dinâmica em que os participantes se dividiram em grupos para discutir casos conhecidos e seus encaminhamentos sobre a Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes. 

Depois das discussões, três vídeos temáticos foram apresentados. Os profissionais abriram um espaço para perguntas da comunidade. 

A chefe do serviço de enfermagem do Posto de Saúde Henrique Monat, falou sobre a importância de encontros como este. "É fundamental que hajam encontros como este, pois muitas vezes o morador sabe o que acontece, mas não sabe como proceder. Acredito que todos aqui tem muita bagagem para aplicar ações de conscientização dentro da comunidade", afirma. 

O encontro contou com várias representações da comunidade, como líderes comunitários, presidentes de associações, líderes religiosos, gestores do Bairro, educadores, o GAL Gera Ação, representantes do Posto de Saúde Henrique Monat, da UPA Vila Kennedy, entre outros.

Fonte: Por dentro da cidade

Férias, crianças mais expostas aos riscos da Internet

Numa altura em que as férias deixam grande parte das crianças por sua conta e risco, os especialistas alertam para os cuidados que os pais devem ter face ao uso da Internet.

Com os perigos da pedofilia, da pornografia ou da violência online, que colocam milhares de crianças em risco, o Projecto Miúdos Seguros na Net (PMSN), de Portugal, lançou uma lista de recomendações que visam prevenir as famílias quanto aos perigos inerentes ao uso e abuso da Internet.

Entre as 10 recomendações sugeridas encontram-se sugestões que propõem aos pais colocarem os computadores numa zona comum da casa, saberem em que sites andam os filhos e quem são os seus interlocutores online ou o, sempre atual e necessário, diálogo entre pais e filhos.

O documento do PMSN foi emitido na sequência da publicação de uma reportagem no “Diário de Notícias” (DN), que dava a conhecer – de forma bastante gráfica e direta – a facilidade com que vários menores de idades (todos entre 12 e 14 anos) se prontificavam a fazer em frente às câmeras tudo o que lhes fosse solicitado. Entre os muitos pedidos os jovens acediam em masturbar-se, despir-se, ou simular cenas de sexo.

As famílias têm de agir depressa
Tito de Morais, o fundador do PMSN não tem dúvidas de que algo deve ser feito e urgentemente, pois tanto o trabalho do DN como um anterior da revista “Sábado”, que descobriu pedófilos na Internet, “demonstram uma dualidade relativa à segurança online dos mais novos”.

Morais acredita que as famílias, e em particular os pais, têm a obrigação de “proteger as nossas crianças e jovens de contatos com terceiros potencialmente mal intencionados, mas também deles próprios”, uma vez que nem só de pedofilia vivem os recantos obscuros da Internet, mas também de muitos outos conteúdos ilícitos como, por exemplo, a violência extrema.

O especialista acredita que esta altura do ano aumenta a vulnerabilidade dos mais novos, pois o calendário das férias de Verão obriga-os a passar grande parte do tempo sozinhos, ou pelo menos sem o acompanhamento que seria desejado. Por isso relembra: “É importante as famílias estarem alerta e tomarem medidas preventivas”.

Recomendações para a segurança de crianças e jovens na Internet:

1. Assuma a responsabilidade
A segurança online de crianças e jovens é uma responsabilidade da comunidade. Para a garantir, é essencial que cada um de nós assuma as suas responsabilidades. Todavia, os primeiros desta linha são os pais, a família. Mas a escola e os educadores também têm um papel a desempenhar, tal como os responsáveis pelos espaços públicos de acesso à Internet, os grupos não governamentais de defesa e promoção dos direitos de crianças e jovens, autarquias, governo, legisladores, forças da lei, empresas do setor das tecnologias de informação e comunicação e meios de comunicação social. Se cada um nós assumir as suas responsabilidades e desempenhar o papel que lhe compete ao nível da promoção da utilização segura e responsável das tecnologias de informação e comunicação (TIC) por crianças e jovens, todos teremos a ganhar.

2. Promova a sua literacia digital
Um dos problemas que está na base de muitos dos problemas de segurança de crianças e jovens online reside no fosso existente entre crianças e jovens e os seus pais e educadores no que diz respeito ao conhecimento sobre as TIC em geral, computadores e Internet em particular. Não precisa de saber tanto quanto eles, mas saber o mínimo ajuda. Procure e frequente cursos que o ensinem a aprender a usar o computador, a Internet e os seus diversos serviços. Familiarize-se com os hábitos de utilização da Internet dos seus filhos e educandos. Saiba que serviços e que sites frequentam. Familiarize-se com os riscos, ameaças e perigos potenciais a que a Internet pode expor crianças e jovens. Procure recursos informativos existentes online que possam contribuir para desenvolver o seu nível de familiaridade com as TIC.

3. Dialogue com os seus filhos
À semelhança de muitas outras problemáticas, também a falta de diálogo entre pais e filhos, educadores e educandos está na base de muitos dos problemas de segurança de crianças e jovens online. Fale com os seus filhos sobre a forma como utilizam as TIC em geral, o computador e a Internet em particular. Ao fazê-lo, diga-lhes porque lhes dá acesso a este tipo de recursos, quais as suas expectativas, quais os valores que devem presidir à utilização, e deixe claro o que considera aceitável e não aceitável. Identifique sites que gostaria que visitassem e faça-o em conjunto com eles. Fale-lhes das coisas boas, mas não deixe também de os alertar para os perigos. Procure em conjunto sites que os ensinem a usar as TIC de uma forma responsável e segura.

4. Coloque o computador numa zona comum da casa
Não dê livre acesso ao computador e à Internet – a qualquer dia e a qualquer hora – sem qualquer acompanhamento ou supervisão. Tal, é tão mais aconselhável quanto mais jovens forem os seus filhos ou educandos. Infelizmente, esta tarefa de supervisão é dificultada pelo fato de, em muitas casas, senão mesmo na maioria dos lares, o computador, os videogames e outros dispositivos que fornecem acesso online, estarem colocados no quarto de uma criança. E muitas vezes com o monitor voltado para a parede. Este posicionamento dificulta qualquer ação de supervisão parental. Procure colocar estes dispositivos numa zona comum da casa e com o monitor virado para o interior do espaço e não para a parede.

5. Defina regras de utilização
Sente-se com os seus filhos e defina um conjunto de regras que devem ser observadas relativamente à utilização das TIC em geral, do computador e da Internet, em particular. No caso de ser um responsável por uma escola que fornece acesso online aos seus alunos, ou no caso de ser responsável por um espaço público que fornece acesso à Internet gratuitamente, defina uma Política de Utilização Aceitável, para os recursos que disponibiliza e certifique-se que nenhum menor tem acesso aos mesmos sem autorização parental e sem conhecimento prévio das condições de utilização.

6. Garanta o cumprimento das regras
Coloque as regras estabelecidas no ponto anterior num local visível perto do computador, de forma a todos quantos o utilizam as vejam e tenham consciência delas durante a utilização. A segurança online de crianças e jovens não é algo estático, mas algo dinâmico. Regularmente surgem novas ameaças. As crianças crescem e amadurecem. Reveja periodicamente as regras para se certificar que estas refletem a realidade e se continuam a adequar à idade e à maturidade dos seus filhos ou educandos.

7. Conheça novas ferramentas
Para além das ferramentas de segurança básicas como as firewalls, as aplicações anti-vírus, anti-spyware, anti-phishing e as ferramentas anti-spam, existem outras mais específicas no domínio da segurança online de crianças e jovens. Refiro-me a ferramentas de classificação e de filtragem de conteúdos, ferramentas de monitorização da utilização, de controle do tempo de utilização e ferramentas que vedam o acesso a determinados programas, etc. Por si só nenhuma delas é a solução, mas podem ser integradas de forma a garantir a segurança de crianças e jovens na Internet. Informe-se sobre elas, decida quais as adequadas para a sua família, escola ou espaço público de acesso à Internet e implemente-as. Analise periodicamente se a sua solução se mantém atual e se continua a corresponder às suas necessidades. E sobretudo lembre-se que a melhor ferramenta para garantir a segurança online dos seus filhos e educandos não é um qualquer software milagroso, mas o software que qualquer criança tem entre as suas duas orelhas. Acima de tudo, é no “desenvolvimento” deste software – o seu pensamento crítico – que deve apostar.

8. Mantenha o controle
Partilhar um computador com crianças e jovens não é uma tarefa fácil. Controlar essa partilha é da sua responsabilidade. Para isso, lembre aos seus filhos e educandos que o acesso não é um direito, mas sim um privilégio. Como privilégio que é, o acesso pode ser vedado a qualquer altura, sobretudo quando as regras de utilização não são cumpridas.

9. Regule os encontros offline
Um dos grandes perigos para uma criança ou para um jovem são os encontros offline com pessoas que apenas se conhecem online. Como já aqui referi, se na Internet qualquer criança se pode fazer passar por um adulto, o contrário também é verdade. E se é verdade que a Internet potencia a criação de novas amizades, também não é menos verdade que nem todos as pessoas são bem intencionadas. Assim, deixe claro desde o início que encontros na vida real com pessoas que apenas se conhecem da Internet, apenas são permitidos com sua autorização prévia, na sua presença ou na presença de um adulto por si previamente autorizado.

10. Saiba por onde andam, com quem falam e o que fazem
Na vida real, um pai ou uma mãe geralmente gostam de saber por onde andam e com quem andam os seus filhos. O mesmo deve acontecer online. Fale sobre o assunto com o seu filho/educando. Que sites visitam? Com quem trocam mensagens? Veja regular e conjuntamente o histórico do browser instalado no seu computador e analise periodicamente os logs do seu computador.

Fonte: Expresso . Clix . Pt

Arquivo

21 anos do ECA


Música na Educação Infantil
7 Jul 2011 - Carlos Roberto (O Beto)


Férias, crianças mais expostas aos riscos da Internet 


Por Dentro da Cidade

Denuncie - Saiba como

É preciso romper com o pacto de silêncio que encobre as situações de violência contra crianças e adolescentes, precisamos zelar pelos direitos estabelecidos no Estatuto, não podemos ter medo de denunciar, pois essa é a única forma de ajudar esses meninos e meninas.

Saiba a quem recorrer em caso de suspeita de violação dos direitos da criança e do adolescente:

Conselhos Tutelares 
Os Conselhos Tutelares foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmado o fato, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público. Veja os telefones e endereços.

Varas da Infância e da Juventude
Em município onde não há Conselhos Tutleares, as Varas da Infância e da Juventude podem receber as denúncias.


A Comissão dos Direitos da Criança e Adolescente - CDCA 
Foi criada pela Resolução n.º 905/2001 na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, para a defesa, proteção e denúncia aos órgãos competentes dos direitos da criança e do adolescente ameaçados, violados ou infringidos, de acordo com as normas constitucionais, a Lei 8069/90 – ECA e de todas as leis especiais ou extravagantes que aludam à matéria, além de prostituição e exploração da mão-de-obra infantil. O telefone para denúncias é o 0800 285 2121

Outros órgãos que também estão preparados para ajudar são as Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e as Delegacias da Mulher.

OU DISQUE 100
O serviço do Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes é coordenado e executado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.

Por meio do 100, o usuário pode denunciar violências contra crianças e adolescentes, colher informações acerca do paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos, tráfico de pessoas – independentemente da idade da vítima – e obter informações sobre os Conselhos Tutelares.

O serviço funciona diariamente de 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização, conforme a competência, num prazo de 24h. A identidade do denunciante é mantida em absoluto sigilo.

Quem Somos

Projeto criado por iniciativa da Associação Beneficente Acreditar, dirigida por Carlos Roberto, tem como objetivo defender os direitos da Criança e do Adolescente estabelecidos em seu Estatuto que fora criado em 13 de julho de 1990 e neste ano de 2011 completa seus 21 anos.
Tomamos como base o Art 4º do Estatuto que diz: “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.”
O primeiro objetivo é evitar a violência contra a criança e o adolescente, para isso estamos iniciando um ciclo de palestras cujo tema é a VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES, a VDCCA, praticadas por pais, responsáveis ou outros parentes, a violência doméstica é muito comum na maior parte do mundo, inclusive no Brasil e vem preocupando e mobilizando profissionais de diversas áreas e a sociedade em geral, segundo dados do IBGE o número de crianças e adolescentes assassinados no Brasil e de 9,15 a cada 100 mil e que corresponde a cerca de dezesseis homicídios por dia e de acordo com o relatório da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência – ABRAPIA aponta que 54,55% das vítimas de abuso sexual tinham vínculo familiar com o agressor.

Estamos focando no princípio de que a prevenção primária é a melhor forma de estar zelando pelo Estatuto, pois as estratégias dirigidas ao conjunto da população num esforço para reduzir incidência ou índice de ocorrência de novos casos de violência para nós é prioridade.

Buscamos constantemente criar parcerias com creches, escolas, postos de saúde, clínicas da família, associações de moradores e a sociedade em geral, para então estar levando nossa palestra, com isso, se divulga e esclarece cada vez mais o ECA, encontros com crianças, adolescentes, pais, professores, assistentes sociais, agentes de saúde e etc., pode fortalecer a propagação de seus artigos.

Num segundo momento, iremos levar as crianças e adolescentes como forma de cultura, educação, convívio com a sociedade, respeito e dignidade apresentações musicais ao vivo, utilizando à música educativa e do dia-a-dia escolar, assim proporcionando-as integração, diversão e crescimento de conhecimento.

Conselho Tutelar

1ª CAS - CENTRO 
Conselho Tutelar da AREA:  1ª CAS
Conselho Tutelar 01 - Centro
End.: Rua do Acre, 42. Sobrado - Centro.
Tel.: 2223-0117/ 2223-3166 / 8909-1445

2ª CAS - VILA ISABEL/ZONA SUL
Conselho Tutelar da AREA:  2ª CAS 
Conselho Tutelar 02 - Zona Sul 
End.: Rua São Salvador, nº 56, Laranjeiras.
Tel.: 2551-5143 / 2554-8295 / 8909-1469

Conselho Tutelar 03 - Vila Isabel 
End.: Rua Desembargador Isidro, 48 - Tijuca
Tel.: 2238-4476 / 2214-3480 / 8909-1474

3ª CAS - ENGENHO NOVO
Conselho Tutelar da AREA:  3ª CAS
Conselho Tutelar 04 - Méier
End.: Rua Dr. Leal, 706, 1º andar - Engenho de Dentro
Tel: 2595-3963 / 2229-0340 / 8909-1433
4ª CAS - BONSUCESSO
Conselho Tutelar da AREA:  4ª CAS
Conselho Tutelar 05 - Ramos
End.: Rua Professor Lacê, 57. Ramos.
Tel.: 2290-4762 / 2573-8715 / 8909-1457

5ª CAS - MADUREIRA
Conselho Tutelar da AREA:  5ª / 6ª CAS 
Conselho Tutelar 06 - Madureira. 
End.: Rua Capitão Aliatar Martins, 211. Irajá.
Tel.: 3390-6420 / 2489-4267 / 8909-1447
  
6ª CAS - DEODORO
Conselho Tutelar da AREA:   5ª / 6ª CAS 
Conselho Tutelar 06 - Madureira. 
End.: Rua Capitão Aliatar Martins, 211. Irajá.
Tel.: 3390-6420 / 2489-4267 / 8909-1447
   
7ª CAS - JACAREPAGUÁ
Conselho Tutelar da ÁREA:  7ª CAS
Conselho Tutelar 07 - Jacarepaguá
End.: Estrada Rodrigues Caldas, 3.400 / sl. 20 / Prédio da Adm.
- Colônia Juliano Moreira - Taquara.
Tel.: 2446-6508 / 2446-3035 / 8909-1444
 8ª CAS - BANGU
Conselho Tutelar da ÁREA: 8ª CAS 
Conselho Tutelar 08 - Bangú
End.: Rua Silva Cardoso, 349 salas 8 e 9– Regional de Bangu
Tel.: 3332-3744 / 3159-9683 / 8909-1455
 
 9ª CAS - CAMPO GRANDE
Conselho Tutelar da ÁREA: 9ª CAS
Conselho Tutelar 09 - Campo Grande Rua Tendi, 54, Centro - Campo Grande
Tel: 2413-3125 / 2415-8446 / 8909-1428
10ª CAS - SANTA CRUZ
Conselho Tutelar da ÁREA:  10ª CAS
Conselho Tutelar 10 - Santa Cruz
End.: Rua Lopes de Moura, 58 - Santa Cruz
Tel.: 3395-0988 / 3395-2623 / 8909-1440
Copyright 2011 Amigos do ECA. Todos os direitos reservados.